COMO SER PRO POKER PLAYER MUDOU SUA VIDA? 

"dvxclusive" é um gigante das mesas. Em menos de um ano no FLOW, fez mais de 56k dólares de lucro e tornou-se instrutor. Ele conta aqui como o poker profissional mudou sua vida e o que o jogo representa para ele. 

 

Dario Vinícius “dvxclusive” conheceu o poker em 2009 e logo tomou gosto pelo joguinho, mas sua vida tinha outros caminhos.

 

Ele se formou em economia na UFSCar e precisou voltar para a cidade natal devido a um problema de saúde na família.

 

Nesse momento, teve a ideia de jogar poker mais seriamente para ver como se saía.

 

Muito estudioso e um monstro das mesas, conseguiu um baita big hit em 2017.

 

Dali em diante, garantiu segurança financeira para seguir no grind e deixou um emprego no Google para jogar poker como profissão.

 

Desde então, conquistou prêmios como:

 

. 3º no Evento 02-H da Powerfest: + de 26k dólares; 

 

. 2 FTs de SCOOP - Evento 01-H: + de 23k dólares; Evento 52-M: + de 10k dólares;

 

. Campeão do $109 Mini Super Tuesday: + de 19k dólares;



. Campeão no Evento 46-M da KO Series: + de 9k dólares.

 

Com todo esse currículo, em cerca de 3 anos de grind profissional antes do FLOW, ele somava cerca de 72k dólares de lucro e um ROI médio de 33%.

 

Em menos de 1 ano no FLOW, dvxclusive fez mais de 56k dólares, ostenta um ROI médio de 55%, saiu de um período de estagnação e tornou-se instrutor! 😎

 

Descubra agora como Dario enfrentou a variância, conheceu o FLOW e alcançou resultados regulares e excelentes no time! 

 

 

1. Como o poker surgiu na sua vida?

 

R: Foi durante a faculdade, conheci através de um amigo. Ele jogava fazia um tempo, falou que era um legal e foi me ensinando.

 

Eu desenvolvi um pouquinho o entendimento do jogo, aprendi algumas coisas, até consegui tirar uma grana jogando cash game ao vivo para me manter um pouco na faculdade.

 

Mas meu material de estudo na época era o Poker After Dark, um material ou outro que você encontrava na internet. E os livros, né? O livro verde do pôquer, alguns desses clássicos.

 

Mas isso faz uns 10 anos, foi em 2009.

 

 

2. Quando você decidiu se tornar jogador profissional de poker? Por quê?

 

R: Em fevereiro de 2017, quando tive um big hit. Eu tinha uma grana guardada, já tinha uma noção boa de poker, jogava há um ano com frequência.

 

Com o big hit somado ao dinheiro que eu tinha guardado, conseguiria viver um ano sem precisar mudar o padrão de vida.

 

Então, decidi largar o trabalho alternativo que eu tinha, trabalhava para o Google.

 

Nesse momento, deixei o Google de lado para jogar poker.

 

 

3. O que mais te atraiu para essa carreira?

 

R: O desafio e a vitória.

 

O fato de poder ganhar todos os dias é o que mais me atrai no poker. Eu não jogo pelo dinheiro especificamente, o meu negócio é vencer.

 

Bater outros jogadores, jogar bem as mãos, jogar muito bem contra jogadores bons e quebrá-los. É esse tipo de coisa que me motiva a estudar e a jogar poker.

 

 

4. Quando você decidiu entrar no FLOW? Por quê?

 

R: Entrei no FLOW em novembro de 2019.

 

Eu estava estagnado na carreira, não conseguia mais ganhar dinheiro.

 

Quando entrei no FLOW, fazia 1 ano e 8 meses que não sacava dinheiro do poker. Sempre estudando, me esforçando, mas não tinha uma gestão de carreira adequada.

 

Conversei com o Fellipe Nunes e com o Igor, eles foram muito abertos e sinceros comigo sobre o projeto deles no FLOW.

 

Isso foi o que mais me cativou, a sinceridade e a honestidade deles em relação ao projeto.

 

Além disso, a forma com a qual tratam os players e lidam com a carreira do jogador são os principais fatores para eu estar aqui hoje.

 

 

5. O que você trouxe das suas outras experiências profissionais para o poker?

 

R: O que eu mais trouxe de outras áreas foi em relação aos estudos. Minha vida sempre foi mais voltada aos estudos e à parte teórica das coisas.

 

Esse apego à teoria eu trouxe para o poker e acho que é um dos diferenciais que me faz ser um jogador melhor hoje.

 

 

6. O que você leva do poker para as outras esferas da vida?

 

R: Se tiver alguma coisa que não levo do poker para a vida, é mentira. Tudo que aprendo no poker, tenho a oportunidade de aplicar um pouco na vida.

 

Um exemplo bobo, mas quando acontece alguma coisa no trânsito, dificilmente vou explodir ou me estressar.

 

Quando você joga poker, passa por situações de estresse o dia inteiro e isso acaba te dando mais resiliência para outras coisas da vida.

 

O que a gente aprende em relação à paciência, tranquilidade, serenidade, resiliência para jogar poker também é muito importante na vida em geral.

 

 

7. O que você mais gosta em jogar poker profissionalmente?

 

R: Poder ganhar todos os dias. Se eu fosse jogador de vôlei, basquete, tênis, poderia ter períodos de vitórias esporádicas, durante uma semana, um mês.

 

No poker, você pode ser campeão de alguma coisa todos os dias. Isso é o que eu mais gosto em jogar poker.

 

 

8. E o que menos gosta?

 

R: Hoje, não tem algo que eu não goste sobre jogar poker. Uns 4 meses atrás, eu falaria “putz, não gosto da variância”.

 

Hoje sei que com uma gestão adequada de carreira, você não tem variância.

 

É possível reduzir tanto a variância que, às vezes, ela se reduz a um dia. Então, não tem mais algo que eu não goste no poker.

 

 

9. Qual foi o maior aprendizado que jogar poker te proporcionou até hoje?

 

R: O maior ensinamento que o poker me deu foi que, independente do caminho que você tome, as coisas podem dar certo.

 

Eu era muito radical em relação aos caminhos que percorria, em relação às minhas escolhas e às escolhas dos outros também.

 

Achava que existiam poucas formas de fazer as coisas darem certo. Hoje, vejo que existem mil maneiras de fazer as coisas darem certo. 

 

Temos diversos caminhos, podemos ter diferentes escolhas e ainda assim as coisas funcionarem lá na frente.

 

 

10. O que o poker representou na sua vida, no início da profissionalização? E o que ele representa hoje?

 

R: Minha profissionalização no poker foi um sonho realizado. 

 

Eu não gostaria de trabalhar em escritório, de segunda a sexta, das 7h às 17h. Não seria feliz assim.

 

Pensava isso durante toda a faculdade de economia. “Como vou trabalhar sendo que não suporto ficar em um escritório fechado, todo dia fazendo as mesmas coisas, em cima de um monte de papel, tendo horário a cumprir, sem muita liberdade de fazer minhas escolhas?”

 

O poker representa, para mim, a realização desse desejo de poder ser mais livre e fazer o que quero.

 

Não importa o que a sociedade ou a família pensem, com o poker eu estava realizando o sonho de não ser funcionário. Não que eu não seja hoje. Mas acredito que, por jogar poker, tenho uma liberdade e independência muito maiores.

 

 

 

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